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Como escolher um software para igrejas: 10 perguntas antes de decidir

Mais cedo ou mais tarde, quase toda igreja chega ao mesmo ponto: as planilhas já não dão conta, as informações estão espalhadas em dez grupos de WhatsApp e ninguém sabe com certeza quantas pessoas fazem parte da igreja. É aí que surge a pergunta: precisamos de um sistema para a igreja?

Existem muitas opções, com preços e propostas bem diferentes. Estas dez perguntas vão ajudar você a escolher com critério, seja qual for a ferramenta que você usar no fim.

1. Qual problema queremos resolver primeiro?

Antes de olhar sistemas, escreva os dois ou três problemas que mais incomodam hoje. Por exemplo:

  • "Os visitantes vêm e não sabemos se alguém entrou em contato."
  • "Não sabemos quem está numa célula e quem não está."
  • "Montar a escala de domingo é um caos."
  • "A tesouraria depende de uma planilha que só uma pessoa entende."

Um bom software resolve primeiro esses problemas concretos. Se um sistema faz cem coisas, mas nenhuma das que você precisa, ele não é para a sua igreja.

2. A nossa equipe vai usar de verdade?

Esta é, provavelmente, a pergunta mais importante. Um software que só a secretaria da igreja usa não muda quase nada. O valor aparece quando os líderes de célula, a equipe de recepção e os voluntários também usam.

Pergunte-se:

  • Funciona bem no celular, sem instalar nada complicado?
  • Uma pessoa que "não é de tecnologia" aprende a usar em um domingo?
  • Cada pessoa vê só o que precisa, ou dá de cara com um menu de quarenta opções?

Se possível, peça para dois ou três líderes testarem antes de decidir.

3. Está no nosso idioma e fala a nossa linguagem?

Muitos sistemas foram pensados para outros países e outras tradições. Veja se está bem traduzido para o português do Brasil, se usa as palavras da sua igreja (culto, célula, ministério, dízimo, oferta) e se permite adaptar o nome das funções ao jeito como vocês chamam.

4. Quanto custa, de verdade?

Os modelos de preço variam bastante:

  • Por pessoa cadastrada: o preço sobe conforme a igreja cresce.
  • Por módulo: o preço inicial é baixo, mas cada função é cobrada à parte.
  • Preço único por igreja: um valor fixo, não importa o quanto a igreja cresça.

Faça a conta com o tamanho da sua igreja hoje e daqui a três anos. E pergunte se o preço é em dólar ou em real, e o que acontece se em algum momento vocês não puderem pagar.

5. Dá para testar antes de pagar?

Um período de teste grátis, sem precisar cadastrar cartão, permite avaliar com dados reais. Alguns sistemas também têm um plano grátis permanente para igrejas pequenas, que pode bastar para começar.

6. O que acontece com os dados da nossa igreja?

Uma igreja guarda informações muito pessoais: contatos, famílias, crianças, pedidos de oração, contribuições. Pergunte:

  • Os dados da nossa igreja ficam separados dos de outras igrejas?
  • Podemos decidir quem vê o quê? Por exemplo, um líder de célula vê o seu grupo, mas não as contribuições de todos.
  • Eles vendem ou compartilham os dados com terceiros?
  • Podemos exportar todas as nossas informações e levá-las se um dia decidirmos sair?
  • Onde os dados ficam guardados e quais leis de privacidade eles cumprem, como a LGPD?

Se um fornecedor não responde essas perguntas com clareza, é um sinal de alerta.

7. Dá para trazer o que já temos?

Ninguém quer cadastrar 300 pessoas de novo, uma por uma. Pergunte se dá para importar as suas planilhas e se o fornecedor ajuda nisso.

8. Tem suporte em português?

Quando algo não funciona num domingo de manhã, faz muita diferença poder falar com alguém que entende você. Pergunte como funciona o suporte, em qual idioma, e se há guias ou uma central de ajuda.

9. Serve para o tamanho e o modelo da nossa igreja?

Uma igreja de 40 pessoas e uma rede com várias sedes têm necessidades diferentes. Veja se o sistema funciona bem para o seu tamanho hoje e se pode acompanhar o crescimento: mais células, mais ministérios, outra sede.

10. Dá para começar aos poucos?

A melhor forma de implantar um software na igreja é começar por um problema só: por exemplo, o acompanhamento de visitantes ou as células. Quando a equipe se acostuma, você acrescenta o próximo. Um sistema que obriga a configurar tudo antes de começar costuma ficar pela metade.

Como o HolyCRM.app responde a essas perguntas

Criamos o HolyCRM.app pensando em igrejas evangélicas, inclusive as de língua portuguesa e espanhola, então é justo respondermos a essas mesmas perguntas:

  • Uso: funciona no navegador de qualquer celular, pode ser adicionado à tela inicial e cada pessoa vê um menu curto com o que precisa.
  • Idioma: está em português, espanhol e inglês, e cada igreja usa as próprias palavras para as funções.
  • Preço: um preço único por igreja, não importa o quanto ela cresça: US$30 por mês ou US$300 por ano. Há um plano grátis para igrejas de até 50 pessoas, 2 pessoas da equipe e 1 sede, e o app completo pode ser experimentado grátis por 30 dias, sem cartão.
  • Dados: os dados de cada igreja ficam separados, as permissões são definidas por você, não vendemos nem compartilhamos as informações e você pode exportá-las ou apagá-las quando quiser. Explicamos tudo em detalhe na nossa página de segurança e privacidade.
  • Começar aos poucos: você ativa só o que usa (células, visitantes, escalas, ofertas) e o resto fica desligado. E ajudamos a importar as suas planilhas.

Se, depois de ler isto, você ainda tiver dúvidas se o HolyCRM serve para a sua igreja, fale com a gente e responderemos com sinceridade, mesmo que a resposta seja não.

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